PLANO DE AULA
Tema
Formação sócio–espacial do Brasil: diáspora, quilombo e favela
Data e horário
Data: 03/12/2010
Horário: das 08h00min ás 12h00min
Objetivos
- Compreender os aspectos da formação social brasileira a partir da diáspora;
- Analisar e comparar as condições de vida dos escravos no período colonial;
- Compreender o processo de escravidão no Brasil as contribuições para a formação social do povo brasileiro;
- Perceber a importância dos quilombos como território de resistência à escravidão;
- Entender como se deu a formação das favelas no território brasileiro.
Conteúdo
Diáspora africana e a relação com o Brasil;
As condições de vida dos escravos no Brasil;
As implicações da escravidão no Brasil;
Os Quilombos como espaços de resistência;
Origem e formação das Favelas no território brasileiro.
Atividades
Produção textual que relacione as formas de escravidão na África, no período colonial e nos dias atuais a partir da análise do filme “Quanto vale ou é por quilo”.
Avaliação
A avaliação será de forma processual, observando a participação em aula, e cumprimento da atividade proposta.
Recursos
Notebook, Projetor Data Show, Quadro branco, Mapas, DVD, Slides.
Referências
CAMPOS, Andrelino. Do quilombo à favela: a produção do espaço “criminalizado” no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.
CARRIL, Lourdes. Quilombo, Favela, e Periferias: a longa busca da cidadania. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2006.
SANTOS, Renato Emerson. (org) Diversidade, espaço e relações sociais: O negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autentica 2007.
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FOTOS
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COMENTÁRIO
Com a temática da escravidão e importação dos africanos os alunos já estavam mais familiarizados, porém a questão das favelas e quilombos era ainda um assunto não pensado. A turma respondeu muito bem ás avaliações mesmo não tendo tido contato anterior com o assunto.
Para os estagiário, por volta da aula 4 e 5 começaram a surgir dificuldades com relação a alguns alunos, pois depois de um tempo eles se acostumam com o professor e começam a, digamos assim, relaxar. Para nós a dificuldade tem relação direta com o fato de não termos tido experiência alguma anteriormente, para um professor experiente, esse fato é uma coisa completamente simples e corriqueira, mas mesmo sem experiência soubemos contornar bem a situação.

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