segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

AULA 05 - 03/12/2010

PLANO DE AULA

Tema
Formação sócio–espacial do Brasil: diáspora, quilombo e favela

Data e horário
Data: 03/12/2010
Horário: das 08h00min ás 12h00min

Objetivos
  •  Compreender os aspectos da formação social brasileira a partir da diáspora;
  •  Analisar e comparar as condições de vida dos escravos no período colonial;
  • Compreender o processo de escravidão no Brasil as contribuições para a formação social do povo brasileiro;
  • Perceber a importância dos quilombos como território de resistência à escravidão;
  • Entender como se deu a formação das favelas no território brasileiro.
Conteúdo
Diáspora africana e a relação com o Brasil;
As condições de vida dos escravos no Brasil;
As implicações da escravidão no Brasil;
Os Quilombos como espaços de resistência;
Origem e formação das Favelas no território brasileiro.

Atividades
Produção textual que relacione as formas de escravidão na África, no período colonial e nos dias atuais a partir da análise do filme “Quanto vale ou é por quilo”.

Avaliação
A avaliação será de forma processual, observando a participação em aula, e cumprimento da atividade proposta.


Recursos
Notebook, Projetor Data Show, Quadro branco, Mapas, DVD, Slides.

Referências
CAMPOS, Andrelino. Do quilombo à favela: a produção do espaço “criminalizado” no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005.

CARRIL, Lourdes. Quilombo, Favela, e Periferias: a longa busca da cidadania. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2006.

SANTOS, Renato Emerson. (org) Diversidade, espaço e relações sociais: O negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autentica 2007.

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PRODUÇÃO DESTAQUE





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FOTOS



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COMENTÁRIO

 

Com a temática da escravidão e importação dos africanos os alunos já estavam mais familiarizados, porém a questão das favelas e quilombos era ainda um assunto não pensado. A turma respondeu muito bem ás avaliações mesmo não tendo tido contato anterior com o assunto.
Para os estagiário, por volta da aula 4 e 5 começaram a surgir dificuldades com relação a alguns alunos, pois depois de um  tempo eles se acostumam com o professor e começam a, digamos assim, relaxar. Para nós a dificuldade tem relação direta com o fato de não termos tido experiência alguma anteriormente,  para um professor experiente, esse fato é uma coisa completamente simples e corriqueira, mas mesmo sem experiência soubemos contornar bem a situação.

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